Ontem foi dia de começar a pintura.
Depois do jantar (nossa primeira refeição no apê: esfihas! Ah, se dona Mamãe me pega...), arregaçamos as mangas para iniciar o trabalho. Primeiro passo: abrir a lata de tinta que ganhamos do que sobrou da pintura de outra casa.
Parafraseando o ditado do cavalo, digo que a tinta dada não se olha a consistência. Um PINTOR falou pro meu pai que, guardada em boas condições, a tinta que tenha o prazo de validade expirado ainda pode ser utilizada. Lata aberta, a tinta tinha a mesma textura de creme de leite em descanso! (Sabe, quando o soro está separado?). Mexemos e mexemos a dita cuja – e nada fazia a consistência voltar ao normal... “Ai, será que tá estragada? Será que não conseguiremos usar?”
A tinta ficou bem grossinha ao aplicar (algo me diz que deveríamos ter misturado com água...), mas já que para cobrir aquela parede vermelha vão ser necessárias várias demãos mesmo... No final, acabou cumprindo sua função – ou assim espero, já que fomos embora e ela ficou lá secando... Saberemos no sábado. =)
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